quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
10 razões porque meu filho se distanciou
São poucas as razões:
1- Para agradá-lo, eu o presenteei com celular quando era muito jovem. Todos os seus amiguinhos possuíam um e ele não poderia ficar de fora. Não monitorou e ele se distanciou.
2- É muito difícil monitorar meu filho para discutir com ele quais sites ele navega, ele me parece tão adulto. Parece até mais seguro que eu. Pensa-se que eles são maduros numa idade muito jovem.
3- Eu, meu marido(esposa) chegamos tarde do trabalho, e é tão difícil ficar cuidando de filhos, pois estou cansada(o), e preciso malhar para manter a forma, e ainda tem a turma da bike à noite, tem o grupo religioso, tem tarefas domésticas, e o marido(esposa) ajuda pouco. O dia a dia, a rotina nos corrói, principalmente na modernidade.
4- Eu preciso me atualizar nas redes sociais pois status é importante. Depois falo a respeito dele: escravidão da modernidade.
5- A escola do meu filho é ótima, cuidam da moral, da educação, da ética dele. Mensalmente até fazem debates sobre redes sociais. A terceirização da educação de filhos.
6- Meu filho não quer conversar. Deixa ele. Ele prefere ficar nas redes sociais. Até entendo. No momento certo, ele volta pra gente. O mundo exerce maior influência que a família.
7- Eu tenho jogo de futebol terças e quintas. Sábado, tem feijoada com os amigos. Domingo, gosto de dormir porque ninguém é de ferro. Meu filho, ahh, só fica na internet. Não assume a paternidade real.
8- Esta geração é egoísta, somente ficam entre eles, na internet. Nem a roupa suja ele coloca na lavanderia. Nunca lavou um copo d água. Já desisti. Não assume a paternidade real.
9- É um reizinho. Nunca lhe faltou nada. Mas não tolera frustrações, já pedi para meu marido(esposa) falar com ele e nada. Não assume a paternidade real.
10- Quando saem para jantar fora, ele só fica no whatsapp. Eu também, pois os pais se distanciaram dele e não tem mais assuntos em comum. A escravidão da modernidade. Não assume a paternidade real.
Para te ajudar algumas dicas.
-Assuma a maternidade(paternidade) dele realmente.
Não tercerize a educação, dedique tempo a ele para conversar e saber das coisas, e é importante passar tempo efetivo com seu filho, seja em casa, no clube, no restaurante. Você não pode deixar ele fazer o que quiser pois a criança se guia pelo prazer, são os pais quem devem dizer o que é bom para ele.
Mas se ele for adolescente sua missão será ainda mais difícil. Ele terá de assumir tarefas domésticas e terá de cumprir o que combinar com você. Você será mais efetiva(o) de conseguir mostrar pontos de vista que ele ainda não sabe ou maneja do mundo.
boa sorte
José Borges Filho
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Metáfora; Acalmando a confusão mental
bom desfrute
para momentos que o cérebro está muito ansioso
José Borges Filho
para momentos que o cérebro está muito ansioso
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Metáfora O Reencontro
Encontro psíquico com os que se foram,escute de preferência em um local tranquilo.
bom desfrute
José Borges Filho
bom desfrute
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Palestras motivacionais
Será um prazer ir até vocês.
FONE É 034 9 9935 5176
te aguardo
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Por que a Lucy aos 40 não casa? DEPOIMENTO PARTE 3
E eu?
E eu? Como uma mulher da década de 70 me sinto nos dias atuais no meio de uma geração do passado para uma geração do presente, e essa última, cheia de surpresas midiáticas, saindo da condição da profissão “do lar” para passar a ser provedora do lar inserida em diversas profissões presentes em nossa sociedade. Mesmo assim, percebo em nós, muito dos nossos antepassados como crenças, tabus, medos, os quais dividimos com o presente, cheio de liberdade, onde tudo pode, ou quase tudo, e o que era temido antes, hoje não o é mais com o advento da informação rápida, desenvolvimento, tecnologia e o mercado de trabalho mais igualitário entre homens e mulheres. E essas mudanças interferem nos nossos relacionamentos, e nos leva a nos analisar e analisar o outro também.
Posso observar hoje, que os homens, em sua maioria, são imaturos, imprevisíveis, não parece saberem o que quer, ou faz se entender assim, não quer responsabilidade com o outro e não cuida dos sentimentos do seu próximo.
Mas nessa busca de igualdade, de mudanças, do velho e do novo, as pessoas parecem perdidas, (me incluo) sem um referencial muitas vezes, os valores já não são os mesmos, as famílias mudaram, precisamos mudar a nossa forma de ver, e ainda não encontramos um modelo, teremos vários modelos de ser, e de preferência “ser feliz”, e o que quero é alguém para compartilhar, caminhar juntos na mesma viagem, para a mesma direção em busca de objetivos semelhantes para estar bem e em equilíbrio comigo e com o todo.
Os anos passam... Solteira há quase uma década depois de quase duas dividindo o mesmo espaço em um relacionamento “sólido” que teve os seus felizes e infelizes momentos. Passei um bom tempo indisponível para relacionamentos, mais envolvida na interação com os meus filhos e tentando ser resiliente, vivendo para a família. Quando me senti pronta para me relacionar com outra pessoa já havia percebido as dificuldades em encontrar alguém disponível, que tenhamos afinidades e gostamos da companhia. Hoje vivemos um momento em que tudo acontece muito rápido, pessoas parecem descartáveis, os sentimentos parecem banalizados na intimidade, porem bem descrito nas redes sociais com o advento da tecnologia, não sei a forma melhor de agir, vivemos na era digital, quase tudo é virtual, relacionamentos começam em sites de relacionamento e tudo parece distante do que eu imaginava ser ideal e encontrar alguém com os mesmos ideais, sonhos, e vontade de compartilhar a vida, o cuidar, e fazer bem um ao outro se torna vulnerável e distante nos dias atuais.
ANDY
E eu? Como uma mulher da década de 70 me sinto nos dias atuais no meio de uma geração do passado para uma geração do presente, e essa última, cheia de surpresas midiáticas, saindo da condição da profissão “do lar” para passar a ser provedora do lar inserida em diversas profissões presentes em nossa sociedade. Mesmo assim, percebo em nós, muito dos nossos antepassados como crenças, tabus, medos, os quais dividimos com o presente, cheio de liberdade, onde tudo pode, ou quase tudo, e o que era temido antes, hoje não o é mais com o advento da informação rápida, desenvolvimento, tecnologia e o mercado de trabalho mais igualitário entre homens e mulheres. E essas mudanças interferem nos nossos relacionamentos, e nos leva a nos analisar e analisar o outro também.
Posso observar hoje, que os homens, em sua maioria, são imaturos, imprevisíveis, não parece saberem o que quer, ou faz se entender assim, não quer responsabilidade com o outro e não cuida dos sentimentos do seu próximo.
Mas nessa busca de igualdade, de mudanças, do velho e do novo, as pessoas parecem perdidas, (me incluo) sem um referencial muitas vezes, os valores já não são os mesmos, as famílias mudaram, precisamos mudar a nossa forma de ver, e ainda não encontramos um modelo, teremos vários modelos de ser, e de preferência “ser feliz”, e o que quero é alguém para compartilhar, caminhar juntos na mesma viagem, para a mesma direção em busca de objetivos semelhantes para estar bem e em equilíbrio comigo e com o todo.
Os anos passam... Solteira há quase uma década depois de quase duas dividindo o mesmo espaço em um relacionamento “sólido” que teve os seus felizes e infelizes momentos. Passei um bom tempo indisponível para relacionamentos, mais envolvida na interação com os meus filhos e tentando ser resiliente, vivendo para a família. Quando me senti pronta para me relacionar com outra pessoa já havia percebido as dificuldades em encontrar alguém disponível, que tenhamos afinidades e gostamos da companhia. Hoje vivemos um momento em que tudo acontece muito rápido, pessoas parecem descartáveis, os sentimentos parecem banalizados na intimidade, porem bem descrito nas redes sociais com o advento da tecnologia, não sei a forma melhor de agir, vivemos na era digital, quase tudo é virtual, relacionamentos começam em sites de relacionamento e tudo parece distante do que eu imaginava ser ideal e encontrar alguém com os mesmos ideais, sonhos, e vontade de compartilhar a vida, o cuidar, e fazer bem um ao outro se torna vulnerável e distante nos dias atuais.
ANDY
Por que a Lucy aos 40 não casa? DEPOIMENTO PARTE 2
José, lendo o seu blog sobre as mulheres que não casaram aos 40, comecei
a questionar o que será que tinha acontecido comigo que também não
havia casado? faço uma retrospectiva dos meus relacionamentos e vejo que
simplesmente não “foquei”, acredito que: como qualquer outra coisa na
vida, casamento é foco, em nenhum momento parei e pensei: quero e
preciso casar. Estava tão envolvida em trabalhar, estudar, atingir um
crescimento profissional (sei que uma coisa não impediria a outra) que
acabei não fazendo este projeto. Ouvi de varias amigas, projetos de
casamento “ com 28 anos vou casar, com 30, terei filhos...e assim elas
fizeram, eu nunca me peguei fazendo este planejamento. De qualquer
forma, ressalto que não tenho ainda uma opinião formada sobre isso, fico
dividida entre a certeza que não foquei, com o pensamento que
simplesmente não aconteceu.... Para que aconteça, as duas pessoas tem
que estarem dispostas a construir um relacionamento sólido... vendo por
este ângulo, acredito que até o momento, os meus relacionamentos foram
de muitos “desencontros” me envolvi com pessoas indisponíveis a viver
uma história de amor... e ai penso que provavelmente isso me inclui.💕JULIA
Por que a Lucy aos 40 não casa? DEPOIMENTO PARTE 1
Poucos relacionamentos, mas duradouros e assim o tempo passa e vc se vê
de repente na casa dos 40 e pior, solteira. Bate uma solidão acompanhada
de uma ansiedade em encontrar alguém. O tempo já não é mais seu amigo.
Como encontrar a sua "cara metade" nesta idade? Os seus amigos, em sua
maioria, estão casados e com filhos. A programação e os assuntos são
diferentes. Sair! Para onde? Baladas! Só dá pessoas mais jovens, vivendo
uma outra fase. Bom, aí vc começa a sua procura no dia a dia mesmo.
Padarias, supermercados, academias, clubes, tudo vira uma possibilidade
em potencial para se encontrar alguém, até que um dia vc anima a entrar
num site de relacionamentos. As opções são muitas e aí começa uma outra
fase: a de filtrar. Idade, interesses, hobbies, etc... e de repente,
após encontros e desencontros e muita paciência, vc encontra alguém que
tem a ver com vc e melhor, na mesma faixa etária que a sua. Bom, neste
momento a ideia de um casamento já não me parece mais tão distante,
mesmo aos 40, 50, 60 ...CATHY
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Poesia - A Dor
A conversa da criatura humana com o criador sobre a dor.
domingo, 28 de janeiro de 2018
Poesia- Seus olhos
na minha eterna confusão
se início pelos teu olhos
naturalmente grandes sombreados nas pálpebras
como veludo que encobre minha fragilidade
macios destacados por grandes cílios
que quando fechados despertam-me aquela magia
furtam o mistério de um templo religioso
e quando abertos idolatram com alegria de céu azul de maio
com cristalina vista
honrando minha relação com vc
e quando fechados entregues ao sono profundo do branquinho
roubador de sonhos
corpo grudado na noite da cama protetora
fusão de descanso com o lençol bom
completamente fazendo uno
das vidas que ali se vão
e quando tristes apertados de tirar águas da fonte da alma amada
franzindo a testa exigindo da boca a frase:
-mas vc é meu bem
exigindo-me uma conduta nova dizendo-me:
-vc é meu bem
e quando na rotina da vida focados no cotidiano
se esquecem de mim lançando-me
aquele desdem ingenuo
ora apertando ora piscando
deixando vc longe como veleiro de ushuaia
que tentar voltar
mas realmente vai de mim
no foco que te distrai
se perdendo da vida que eu quero egoísticamente
sim vou começar falando de seus olhos
depois decido
qual parte de vc continuarei
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Por que a Lucy aos 40, não encontra amor?
Observo vários casos de mulheres como Lucy, com 40 anos, que quer ter um relacionamento estável com um homem e possui dificuldades para isso. Faço aqui algumas divagações minhas, e já me desculpo por ser este um artigo construído por minhas observações e opiniões.
Lucy e suas amigas de 40 anos provavelmente vão se relacionar com homens de 40 anos ou acima. Pode acontecer de elas se relacionarem com homens mais novos? Sim. Mas vamos partir da primeira hipótese. Homens de 40 a 50 anos nasceram entre 1960 a 1970. Os pais desses homens lhes forneceram papéis machistas de comportamento que estes provavelmente ainda carregam consigo.
O perfil do homem nascido na primeira metade do século XX envolvia muito sobre ser machista, territorialista, ciumento, possessivo, e muitas vezes infiel. Ser infiel naquela época era comum. Normalmente, homens eram somente provedores, e dificilmente ajudavam nas tarefas domésticas. Quanto mais verificamos os homens nascidos nas décadas de 1930 a 1950, vemos que mais era comum a infidelidade masculina, que são os pais dos prováveis namorados de Lucy.
O perfil das mulheres nascidas no século XX , nas décadas de 30 a 50, envolvia muito sobre serem cuidadoras, faziam tarefas domésticas, eram fiéis, dominadas pelos homens, desfrutavam de uma sexualidade muitas vezes acanhada pois o tema era tabu. Como sua profissão era "do lar", o divórcio, se mergulhadas num casamento infeliz, não era opção. Essas quando seus esposos morriam eram tidas como viúvas felizes. Essas mesmas mulheres são as mães dos namorados de Lucy.
Os homens nascidos nas décadas de 30, 40 e 50 namoravam as meninas da sociedade, ou entituladas "meninas de família". Mas antes de se casarem era comum terem mulheres para desfrutarem da sexualidade. Existiam então as mulheres para casar e as mulheres para transar. Logicamente, após o casamento, muitos homens continuavam a procurar as outras mulheres para que os prazeres da vida sexual continuassem. Isso já não acontecia com as mulheres de família, que tinham relações sexuais somente com seus esposos.
Esse padrão de comportamento sexual dos homens, de certa maneira, foi quebrado nos dias atuais. Hoje, homens e mulheres têm suas relações sexuais desde o despertar dos hormônios e ambos são tidos como iguais, na maioria dos casos. A infidelidade ocorre tanto para homens como para mulheres. Uma mulher pode casar com um homem mesmo que tenha tido relações sexuais com outros homens antes de conhecê-lo sem ser desprezada por isto, como no caso de suas avós.
Então porque Lucy que está na faixa dos 40 anos tem dificuldades em encontrar um parceiro sério?
Interessante que para um homem ficar interessado em sexo basta um estímulo. Ele é direto, empírico e pensa com a cabeça debaixo. Palavras como prazer, gozo, curtição e carpe diem fazem parte do jogo. Para uma mulher nascida em 1970, como Lucy, em se interessando por relação sexual ela tem que estar num ambiente preparado, ter um contexto adequado e palavras como carinho, envolvimento e parceria fazem parte do jogo. Ela quer conversar, ser amada, quer falar sobre música, sociedade, beleza, literatura etc. Exceções sempre existem para ambos.
Há 70.000 anos, quando éramos uma sociedade de coletores, a força física masculina era fundamental para a proteção das mulheres, da família. Os homens saíam para caçar e as mulheres ficavam cuidando dos velhos e das crianças. Isso de alguma forma, criou um padrão de funcionamento que permite à mulher ter maior facilidade para ficar e cuidar, e os homens são mais inquietos, solitários, gostam de ir, de explorar. Pode ter havido uma seleção para estes comportamentos.
Talvez seja por isto que as mulheres querem continuar numa relação e os homens não. As mulheres querem um contexto e os homens não.
O homem tem de estar sempre pronto para uma relação sexual, pois ele não sabe quando a fêmea está no dia fértil para a fecundação. Assim ele fabrica espermatozóides 24 horas por dia. A mulher ovula a cada 28 dias, e quando o óvulo está para ser lançado e fecundado, ela produz hormônios que aumentam sua libido. Esta hipótese pode ser devido à seleção natural ou somente uma confirmação da sociedade machista dos séculos XIX e XX, que muito influenciou a sociedade.
Lucy quer se casar, e pode ter dificuldades de encontrar um parceiro fixo. Onde encontrar parceiros? Se ela vai a festas ou baladas encontrará homens embriagados que estão caçando. Eles querem encontrar uma caça e não uma parceira. Se ela sai e transa com ele, fica o medo de não ser procurada no dia seguinte. Como a oferta de mulheres jovens está em alta, dificilmente ele retornará a ligação a Lucy. Se ela sai e não transa com ele, este fica aborrecido pois acha que perdeu a noite.
Com a sexualidade em alta, homens com 50 anos têm certa facilidade de se envolver com parceiras de 20 a 50 anos. Mas mulheres de 50 anos podem possuir maior dificuldade de encontrar parceiros de 20 anos. Homens com cabelos grisalhos são tidos como charmosos pela sociedade, mulheres com cabelos grisalhos, algumas vezes, são tidas injustamente como descuidadas pela sociedade. Nossa sociedade as pune e exalta os homens. Mulheres com 50 anos estão iniciando a menopausa, sua libido tende a diminuir e os homens solteiros nessa idade estão comprando motos, cavalos, jeeps para impressionar.
Mas Lucy encontra parceiros sérios para um relacionamento em sites de relacionamento. Isso é incrível, mas é a realidade. Nesses sites ela parece ter tempo para dialogar, conhecer e se certificar de quem é quem; diferentemente de uma balada onde tudo é muito rápido e alcoolizado. Posso citar aqui alguns como www.pof.com.br e www.parperfeito.com.br. Atualmente, se você quiser uma transa não procuraria em sites de relacionamentos.
Logicamente, muitas mulheres de 40 anos estão lendo estas palavras e dizem:
-Ah, eu não quero me casar, Deus me livre, homem de novo não.
Mas escrevi este artigo com intuito de mostrar as dificuldades de quem quer um relacionamento estável, como a Lucy.
Em relacionamentos novos surgem opções como: moramos na minha casa, moramos na sua casa ou cada um mora na sua casa. Isso porque muitos dos pares possuem filhos e não querem expor os rebentos a estresses.
Outras vezes os relacionamentos são para transar e morar sozinho, existe até aquela piada do "pênis amigo", mas minha pergunta é:
-Quando a idade chega, os caçadores procurarão uma companhia? As mulheres que querem um relacionamento aos 40, 50 anos, e não conseguiram, será que esse desejo continuará quando chegarem aos 60? Esse desejo terá passado, essa necessidade que parece ser mais delas do que deles?
Eu ainda não tenho respostas e também não as julgo ter.
Todos buscamos uma vida melhor, cada um na sua ótica.
Interessante que Lucy, Mary, Cathy apoiaram minhas idéias, e você?
José Borges da Silva Filho
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